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FORMADORES // BIOGRAFIAS

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Cláudia Andrade

Claudia Andrade I 1979

Diplomada em Interpretação/Teatro do Gesto pela Escola Estudis de Teatre, é Mestre e Especialista em Teatro e Comunidade pela ESTC, trabalha como actriz desde 1993 em diversos projectos com o Teatro do Vestido, Cepa Torta, Teatro das Compras, Teatro Meridional, Teatro da Cornucópia, o Trigo Limpo teatro ACERT, Cia Jordi Bertrán,  entre outros. Teve formação com Teodoros Terzopoulos,  Yael Karavan, Marcia Haufrecht, Neville Tranter, Norman Taylor, Alain Gautré, Philippe Gaulier, Claire Heggen e Monika Pagneux em diversas áreas como clown, movimento, marionetes, butoh. Desde 2018 lecciona a disciplina de Teatro e Comunidade I no Mestrado de Teatro e Comunidade na ESTC. Colabora com diversas  instituições de ensino como ISPA, IDS, ESMAE, In Impetus e Evóe. Tem desenvolvido diversos projectos de teatro com a comunidade, como "Para Vós", "Um Elo chamado Jarmelo", "Inesquecível Emília", "Guardadores", Cia Limitada. É fundadora da Caravana Associação Cultural e do projecto Mnemosyne- Activando Memórias. Organizou o Community Performance Lab e é directora artística do Festival Latitude 40. É autora do livro "Coro:Corpo Coletivo e Espaço Poético” (Imprensa de Coimbra, 2013). 

Mariana Tengner Barros

Coreógrafa, bailarina, performer. O seu trabalho tem sido apresentado em diversos países na Europa e América do Sul, salientando “The Trap” (2011, Vencedor do Prémio do Público Jardin D’Europe- Áustria), “A Power Ballad” (2013) e “Resurrection” (2017) co-criações com o coreógrafo Mark Tompkins e “Instructions for the gods: i4gods” (2017), uma performance contínua de 5 h para museus em colaboração com o músico Pan.demi.CK. Colaborou com vários artistas em diferentes projectos enquanto bailarina, actriz e performer salientando Francisco Camacho, Meg Stuart, John Romão, Ballet Contemporâneo do Norte, Diana Bastos Niepce, Elizabete Francisca, Nuno Miguel, António Mv, Jonny Kadaver, Agnieszka Dmochowska, Raquel Castro, Retina Dance Company e Rafael Alvarez.

Licenciada em dança pela Northern School of Contemporary Dance em Leeds, Inglaterra (2003). Estagiou no Ballet Theatre Munich, sob a direcção artística de Philip Taylor em Munique (2004). Membro fundador do colectivo artístico The Resistance Movement em Leeds (2005). Completou o Programa de Estudo e Criação Coreográfica-PEPCC no Fórum Dança em Lisboa (2009). Foi artista associada da EIRA entre 2013 e 2016. É directora artística d'A BELA Associação. Integra a banda Kundalini XS e o projecto musical performativo Digital Pimp Hard at Work, ambos editados pela Gruta. Em 2016 recebeu o Galardão de Mérito Municipal Cultural pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão pelo seu percurso profissional. 

 
 

Susana Cecílio

Graças à matemática que desde 1998 dedica-se ao teatro. Diz-se artista de variedades.

Licenciou-se em Motricidade Humana e é mestre em Estudos de Teatro (FL-UL) com a tese “Dramaturgia do Corpo” (2009). É actriz, clown e narradora, difundindo a língua portuguesa em diversos contextos, como bibliotecas, escolas e festivais, nacionais e internacionais. Fundou e dirigiu o Espaço Evoé, escola de teatro, dança e música de Lisboa. Deu aulas de Corpo e Movimento, Corporeidade, Criação do Espectáculo, no ensino artístico e superior. 

Estudou com o LUME (BR), Odin Teatret, Tadashi Endo (Butoh); Sue Morrison, Virgínia Imaz, Gardi Hutter, Pepe Nuñes, Celia Ruiz, Ricardo Puccetti, Eric de Bont, Encarna de las Heras, Maurice Willems, Piero Partigianoni, Moshe Cohen, Jimena Cavalletti (clown); Mas Soegeng, Nuno Pinto Custódio e Sofia Cabrita (máscara); Miguel Moreira, Renato Ferracini, Peter Michael Dietz. Trabalhou com O Bando, A Boa Companhia (BR), o LUME (BR), Rui M. Silva, Pedro Gil e Gonçalo Amorim.

É criadora dos espectáculos de teatro narrativo “O Tempero”(2022) “Contar às abelhas” (2021), “O nosso último espectáculo” (2020), “O Assalto” (2018), “Bem Vindos à minha sala de Estar” (2017), “Up-Smara” (2014); espectáculos de clown “Com amor, papel manteiga e marcador” (2013) e “Ilusa Ilusión” (com Dani Olmos, 2012); e dos espectáculos de teatro “Chuva Pasmada” (2009). Co-criou os espetáculos “Levantei-me do Chão” (2015), “O fio do azeite” (2019) e “Como Assim Levantados do Chão” (Miguel Castro Caldas, 2014), apoiados pela DGArtes. 

É fundadora e directora artística da ALGURES – teatro, clown e narração.

Actualmente é directora artística do TEM GRAÇA – Festival Internacional de Mulheres Palhaças e integrante da União de Palhaças em Portugal – UPP.

A costura dramatúrgica dos elementos plásticos, literários e corporais na criação artística é um dos lugares que mais a fascina.

 
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