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Margarida Azevedo

Margarida Azevedo

Fotografia do arquivo pessoal da artista

Biografia

Margarida Azevedo trabalha com a linguagem, a escrita e a comunicação. É mestre em Edição de Texto, licenciada em Ciências da Comunicação e frequentou a Pós-Graduação em Artes da Escrita na NOVA FCSH.
Explora as ligações entre a escrita, a música e as artes performativas. Criou o projeto performativo TextuAlive (financiado pela DGArtes) com o músico Hernâni Faustino,onde aliam a improvisação musical e a escrita em tempo real. Estiveram em Residência Artística, na OSSO Colectivo, em janeiro de 2020.
Criou o projeto “Entrevistas que viram histórias” em que entrevista personalidades da área das artes e transforma essas mesmas entrevistas em contos que são ilustrados pelo artista plástico Ricardo Leiria. O projeto Instatales conta com textos seus e fotografias de Ricardo Leiria. Tem poemasseus em vários zines e em discos editados pela editora Partícula. É cofundadora da plataforma Covidarte que nasceu em tempos de pandemia para divulgar, apresentar e avançar com novas iniciativas no meio das artes e da cultura.
Lançou o seu primeiro livro em 2019, “Orfeu e os seus avôs em busca do Tósão”, e publicou o conto, “Uma vulva com depressão”, na revista Crocodarium. O seu conto infantil “A Caixa da Pandora” faz parte da antologia “Conto em Casa”, da Editora Raíz (atual Editora Cambucá).
É formadora na área da escrita, literacia financeira para crianças, autoedição, comunicação e artes. É Copywriter e UX Writer, faz revisão e edição de texto para editoras nacionais e paginação para clientes particulares.

www.margaridaazevedo.com

Sinopse do Projeto

Com o projeto “Alma Lavra” pretendo transformar entrevistas em pequenos contos
fugindo ao formato tradicional de pergunta/resposta e utilizar também a fotografia.
“Alma Lavra” é dar a conhecer a realidade das mulheres do interior do país a partir
de contos e fotografias, que resultam de retratos e entrevistas a quem vive
diariamente o interior. Estabelecer um diálogo próximo entre o litoral e o interior.
Vozes que, muitas vezes, não têm voz nas principais cidades do país. Vozes que
também têm direito a ser ouvidas. Sobre o projeto que deu origem à proposta acima
descrita: Criei em 2023 o “Entrevistas que viram histórias” onde apresento pessoas e
os seus projetos fugindo ao formato tradicional de pergunta/resposta. O primeiro
conto “Era uma voz em Casa Branca” está escrito, ilustrado e divulgado e dá a
conhecer a associação Era Uma Voz, na aldeia Casa Branca, e a necessidade de
divulgar cultura no interior do país. É resultado de entrevistas feitas ao escritor Afonso
Cruz e a Rui Zink.

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